A caminho do estratégico
O fundador e CEO emérito da VISA, Dee Hock[1], afirma que as organizações atuais são "quase que universalmente baseadas em comportamento forçado - em tirania...por mais benigno que pareça, por mais disfarçado que seja”, enquanto as organizações do futuro deverão ser baseadas em propósitos compartilhados, que falem “às mais altas aspirações das pessoas”.Quanto Dee Hock tem de razão?Como estrategistas das políticas e ações de relacionamento com empregados, estamos sedimentando práticas consolidadas que não fazem mais sentido ou ajudando, de fato, as organizações e empregados a entenderem melhor os propósitos com os quais estão hoje envolvidos? Estamos realmente criando e fomentando uma cultura organizacional de valor?
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